Operação Lei Seca prende 13 motoristas bêbados em ações simultâneas em Cuiabá
A Operação Lei Seca prendeu 13 motoristas bêbados neste domingo (25) em duas blitz feitas em avenidas de Cuiabá. Ao todo, 39 carros foram removidos.
Antes de tudo, a Operação Lei Seca começou na madrugada com equipes espalhadas em dois locais da cidade para pegar motoristas dirigindo bêbados ou com carro irregular.
Logo depois, os agentes montaram a primeira blitz na Avenida Isaac Póvoas e a segunda na Avenida José Monteiro de Figueiredo, em bairros diferentes da capital.
Na sequência, as equipes abordaram dezenas de carros. Muitos motoristas tinham bebido antes de dirigir e colocaram a vida deles e de outras pessoas em risco.
Ainda durante a blitz, os policiais prenderam 13 pessoas por dirigir bêbadas. Um deles nem tinha habilitação e mesmo assim saiu com o carro pela cidade.
Além disso, um motorista tentou enganar os policiais e adulterou o número do carro. Ele foi preso na hora por esse crime grave de falsificação.
Enquanto isso, os agentes encontraram um carro de luxo com mais de R$ 10 mil em multas por correr demais e avançar sinal vermelho várias vezes.
Da mesma forma, outros motoristas estavam com documentos vencidos, carros sem licenciamento ou sem qualquer condição de circular pelas ruas da cidade com segurança.
Mais adiante, os policiais aplicaram 44 multas na blitz da Avenida Isaac Póvoas e removeram 27 veículos, entre eles dois com problemas mais sérios.
Logo depois, 87 pessoas fizeram o teste do bafômetro nesse mesmo ponto. Algumas tentaram recusar, mas mesmo assim receberam multa pela infração cometida.
Em seguida, na outra avenida, os agentes também trabalharam firme. Eles fiscalizaram 53 veículos, removeram 12 e aplicaram 22 autos de infração.
Assim como na outra blitz, os motoristas foram multados por dirigir bêbados, não ter habilitação e por estarem com o carro sem registro ou licenciamento.
Por fim, a Operação Lei Seca mostrou que funciona. As blitz ajudam a tirar motoristas perigosos das ruas e evitam acidentes com vítimas ou mortes.
Em resumo, quem dirige após beber coloca a própria vida e a dos outros em risco. A fiscalização continua e quem errar vai ter que responder.







