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Prefeito Abílio Brunini é flagrado relaxando enquanto saúde de Cuiabá entra em colapso

Em plena crise nas UPAs, o prefeito Abílio Brunini foi visto descansando na Câmara, enquanto pacientes aguardam atendimento em meio ao caos e abandono total


A crise na saúde de Cuiabá se agrava a cada dia, enquanto o prefeito Abílio Brunini demonstra desinteresse pelas necessidades reais da população nas unidades públicas.

Na UPA Morada do Ouro, a superlotação impede atendimentos adequados. Pacientes permanecem em cadeiras de medicação por dias, sem leitos ou estrutura mínima para dignidade.

A vereadora Maysa Leão visitou a unidade e denunciou o abandono. Pessoas idosas internadas há cinco dias permanecem sentadas, sem banho, comida ou privacidade.

Além disso, exames simples de sangue demoram até 15 horas, porque o laboratório local não funciona. Ou seja, a espera se torna mais uma forma de sofrimento.

Enquanto isso, o prefeito Abílio Brunini foi fotografado deitado em um sofá da Câmara Municipal, com os pés erguidos e concentrado no celular.

A imagem revoltou moradores e servidores. Muitos afirmam que o prefeito Abílio Brunini tem priorizado a política sobre a gestão, abandonando a saúde pública.

Também faltam medicamentos, fraldas, alimentação e insumos básicos. Equipes fazem o possível, mas trabalham no limite, sem o apoio necessário do Executivo.

Casos graves como o de uma senhora cega, prestes a perder o pé, escancaram a omissão da Prefeitura. A paciente está há oito dias sem conseguir vaga no HMC.

Dessa forma, é evidente que a ausência do prefeito Abílio Brunini nas soluções práticas contribui para a perpetuação do caos e do sofrimento nas unidades.

Logo em seguida à fiscalização, o prefeito rebateu críticas com imagens da recepção vazia, tentando minimizar o problema e desviar o foco da realidade interna.

A estratégia falhou. As denúncias continuam. E os vídeos mostram a precariedade dentro das UPAs, revelando que a gestão virou as costas para os mais vulneráveis.

No entanto, moradores exigem respostas, ações concretas e respeito. A população não aceita mais desculpas ou marketing político enquanto vidas estão em risco.

A saúde pública pede socorro. E o prefeito Abílio Brunini, que deveria ser o primeiro a agir, escolheu descansar e ignorar o colapso que assola a capital.