Feiras livres são reconhecidas como patrimônio cultural de Cuiabá por nova lei
A Câmara de Cuiabá aprovou o projeto de lei que torna as feiras livres patrimônio cultural imaterial da cidade, valorizando história, tradição e identidade popular.
A Câmara de Cuiabá aprovou o projeto do vereador Gustavo Padilha que reconhece oficialmente as feiras livres como patrimônio cultural imaterial da capital mato-grossense.
A nova lei valoriza os espaços como polos de convivência, cultura, economia e identidade, que marcam a vida dos cuiabanos há muitas gerações e resistem ao tempo.
O projeto reconhece o papel dos feirantes, que trabalham com esforço diário para manter as feiras livres como pontos de encontro e conexão entre campo e cidade.
Para Gustavo Padilha, essa conquista é uma homenagem a quem transforma frutas, verduras, artesanato e sabores em cultura viva presente em todos os bairros da cidade.
Segundo o vereador, as feiras livres merecem respeito, investimento e políticas públicas que garantam infraestrutura adequada, segurança, capacitação e promoção dos eventos culturais que já acontecem.
Além disso, a proposta fortalece a economia local e reconhece o papel dos feirantes como agentes culturais, geradores de renda e preservadores das tradições cuiabanas.
A aprovação da lei é apenas o início de um plano maior para melhorar as condições de trabalho e ampliar a valorização das feiras livres de Cuiabá.
Padilha reforçou que continuará atuando para garantir mais estrutura e visibilidade, pois feiras são mais que comércio: são vida, resistência, troca de saberes e cultura popular.
A oficialização como patrimônio cultural impulsiona novos projetos voltados à preservação e modernização das feiras livres, respeitando suas origens e ampliando o impacto social.
Com isso, feirantes e frequentadores passam a ter orgulho renovado de fazer parte de um patrimônio reconhecido, histórico e essencial para a alma cuiabana.







