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Fraude milionária no TJMT: 11 indiciados e liberdade surpreende o país


A fraude milionária no TJMT envolveu 11 indiciados, incluindo empresários e servidores. Apesar das provas, todos foram soltos por decisão do STF, gerando questionamentos sobre o caso.


A Polícia Civil de Mato Grosso indiciou 11 pessoas pelo desvio de R$ 21 milhões da conta única do TJMT. Empresários, advogados e servidores estão entre os suspeitos do esquema. O delegado Pablo Carneiro aponta indícios robustos de fraudes e ocultação de provas digitais.

O líder do esquema é o empresário e advogado João Gustavo Ricci Volpato, que atuava com familiares e empresas de factoring. Segundo a investigação, a fraude pode ter causado prejuízo ainda maior ao tribunal. Além disso, servidores do TJMT teriam colaborado com as cobranças fictícias.

O ministro Gilmar Mendes concedeu habeas corpus e liberou os presos da Operação Sepulcro Caiado no último sábado. João Volpato e outros sete detidos passaram o Dia dos Pais em casa, gerando surpresa na opinião pública. Logo em seguida, o servidor Mauro Ferreira Filho também foi solto.

Mauro Ferreira Filho é apontado como elo importante no esquema de fraudes na Corte. Em depoimento, a ex-diretora Claudia Regina Correa disse que colegas denunciavam o desvio de recursos, enquanto o padrão de vida luxuoso chamava atenção no tribunal.

Claudia e a analista Eva Magalhães negaram envolvimento, mas confirmaram rumores internos sobre as fraudes. Além disso, ressaltaram a necessidade urgente de auditoria no processo de liberação dos alvarás judiciais. Dessa forma, o caso ainda pode revelar novos desdobramentos.

O ministro Gilmar Mendes justificou a soltura por entender que a gravidade dos fatos não exige antecipação da pena. Por isso, o benefício alcançou não só João Volpato, mas também outros envolvidos, causando controvérsia na sociedade.

Enquanto isso, a Polícia Civil segue investigando possíveis envolvidos que ficaram de fora do indiciamento. O TJMT ainda não se posicionou oficialmente sobre as ações para evitar novos prejuízos, mas o caso já mobiliza o sistema judiciário estadual.

Assim, o esquema expõe falhas no controle dos recursos públicos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Por isso, especialistas defendem medidas mais rígidas e transparência para proteger o dinheiro do contribuinte, evitando novas fraudes.

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