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Resumo da semana: decretos, polêmicas políticas e casos de polícia em MT

O decreto do prefeito Abilio, as acusações de perseguição política em Nova Mutum, e as condenações por tráfico e fugas marcam a semana em Mato Grosso.

Além disso, a polícia investiga um canil clandestino e moradores do Contorno Leste protestam.


O prefeito Abilio Brunini assinou um decreto centralizando a representação de Cuiabá. A medida proíbe a vice-prefeita e secretários de falar em nome da prefeitura.

O deputado Hugo Garcia acusou a Prefeitura de Nova Mutum de perseguição política. Ele disse que foi apagado de uma foto oficial, um ato que considera um “crime”.

Os irmãos Flávio Henrique e Thaysa Lucas e a esposa dele, Mara Kênia, foram condenados. As penas variam de 18 a 21 anos por tráfico interestadual de drogas.

Uma fiscalização descobriu um canil clandestino em Cuiabá. Os animais estavam em situação de maus tratos, e a família responsável foi solta após fiança.

Moradores do Contorno Leste protestaram contra um despejo. No entanto, o prefeito Abílio os acusou de serem “militantes políticos” de outros nomes.

Pelo menos cinco secretários do governo Mauro Mendes são cotados para disputar as eleições em 2026. A lista inclui Fábio Garcia, César Roveri e Gilberto Figueiredo.

Um policial militar e sua esposa estão foragidos. Eles são suspeitos do homicídio qualificado de uma personal trainer em Várzea Grande.

Um empresário foi declarado foragido pela Polícia Federal. Ele é o líder de um esquema de lavagem de dinheiro.