Sérgio Ricardo explica celeridade na sucessão do TCE e diz que vaga não poderia ficar aberta
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que a rapidez no processo de escolha, aprovação e posse de Alisson Alencar como novo membro da Corte foi necessária para evitar que o tribunal ficasse com vaga aberta durante o período de recesso.
A declaração foi dada após a votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que aprovou o nome indicado menos de 24 horas após o pedido de aposentadoria do conselheiro Valter Albano.
Segundo Sérgio Ricardo, a proximidade do recesso de fim de ano exigiu a antecipação dos trâmites administrativos e institucionais.
“Talvez, para quem olha de fora, pareça uma pressa fora do comum. Mas o Tribunal não pode ficar com vaga aberta. Como todo o sistema entra em recesso, isso naturalmente nos apressou”, explicou.
O presidente destacou ainda que não houve qualquer entrave interno ao nome escolhido, o que contribuiu para a tramitação acelerada do processo.
“No Tribunal não havia nenhuma dúvida ou dificuldade com o nome do Alisson. Diferentemente de outros momentos históricos, desta vez houve consenso”, afirmou.
De acordo com Sérgio Ricardo, a indicação contou com alinhamento entre o TCE, o Executivo e o Legislativo, o que permitiu que a sabatina, a aprovação parlamentar e a posse ocorressem de forma contínua.
“Foi possível fazer tudo com agilidade porque se trata de um nome construído com base em 16 anos de trabalho, resultados e reconhecimento técnico”, concluiu.
A posse de Alisson Alencar ocorreu ainda na terça-feira, garantindo a composição completa do plenário do TCE-MT antes do início do recesso institucional.







