Lei dos monitores no transporte rural: Vereador Dídimo Vovô cobra cumprimento de norma que garante mais segurança a estudantes.
Falta de acompanhantes preocupa pais após relatos de quedas e ferimentos de crianças no trajeto escolar
A ausência de monitores no transporte escolar rural de Cuiabá tem gerado preocupação entre pais e responsáveis, após relatos de que crianças já teriam caído dentro dos ônibus e sofrido machucados durante o trajeto. A situação ocorre mesmo após um ano da sanção da Lei nº 7.230, que obriga a Prefeitura a disponibilizar acompanhantes nos veículos que atendem comunidades rurais. A denúncia é do vereador Dídimo Vovô, autor da proposta.
Segundo o parlamentar, a presença do monitor é essencial para garantir a organização no embarque e desembarque, auxiliar o motorista e zelar pela integridade física dos alunos especialmente em rotas longas e estradas de difícil acesso.
“Não estamos falando de luxo, mas de segurança. Já houve relatos de crianças que caíram e se machucaram. A lei foi sancionada e precisa ser cumprida”, afirmou.
Segurança no transporte escolar
A Lei nº 7.230 determina que o transporte escolar rural conte com monitores responsáveis por acompanhar os estudantes durante todo o percurso. O objetivo é reduzir riscos, evitar acidentes e assegurar que os alunos sejam entregues com segurança às escolas e às famílias.
De acordo com Dídimo Vovô, o descumprimento da norma representa desrespeito às famílias da zona rural, que dependem do serviço diariamente.
“O transporte é um direito básico. A presença do monitor garante mais tranquilidade para pais e mais proteção para as crianças”, reforçou.
Cobrança por providências
O vereador afirmou que continuará cobrando da Prefeitura de Cuiabá a implementação imediata da lei e a contratação dos profissionais previstos na legislação.
A reportagem procurou a administração municipal para se posicionar sobre a aplicação da Lei nº 7.230 e aguarda retorno.









