Famílias em risco de insegurança alimentar grave seria o dobro sem o Bolsa Família
Levantamento do Governo Federal aponta impacto direto do programa na redução da insegurança alimentar e reforça importância do monitoramento social
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social divulgou estudo apontando impacto direto do Bolsa Família no combate à fome no país.
Segundo o levantamento, o número de famílias em risco de insegurança alimentar grave seria praticamente o dobro sem o programa social federal.
Os dados indicam que o total passaria de dois vírgula três milhões para aproximadamente quatro vírgula sete milhões de famílias vulneráveis.
O estudo foi apresentado durante reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e utiliza dados do Cadastro Único federal.
O indicador considera informações socioeconômicas relacionadas à insegurança alimentar grave, utilizando cruzamento de dados oficiais do Governo Federal e do IBGE.
Segundo o diretor Alexandre Valadares, políticas públicas eficientes dependem diretamente da produção de dados e monitoramento constante da realidade social brasileira.
O levantamento também mostra que famílias beneficiadas pelo Bolsa Família possuem dezesseis por cento mais chances de superar insegurança alimentar em seis meses.
Dados apresentados pelo governo apontam redução significativa da fome no país após retomada de programas sociais e fortalecimento das ações de assistência.
Segundo informações oficiais, a insegurança alimentar grave caiu de quinze por cento dos domicílios em 2022 para pouco mais de três por cento.
O Governo Federal afirma que investimentos em segurança alimentar, assistência social e monitoramento territorial seguem como prioridade no enfrentamento da pobreza extrema.








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