AMM contesta decreto de Lula e alerta impactos das novas terras indígenas em MT
O presidente da AMM, Leonardo Bortolin, criticou a homologação de terras indígenas feita por Lula, afirmando que a decisão causa insegurança jurídica, perdas econômicas e ameaça famílias instaladas há décadas
As novas homologações de terras indígenas anunciadas por Lula provocaram reação imediata da AMM, por isso Leonardo Bortolin alertou que municípios podem sofrer perdas econômicas e insegurança jurídica crescente.
Segundo Bortolin, o decreto ampliou áreas sem diálogo com prefeituras e produtores, além disso prejudicou famílias estabelecidas há décadas, enquanto isso impactou produtividade essencial à economia brasileira.
Uma das expansões ocorreu na Terra Indígena Manoki, localizada em Brasnorte, que recebeu acréscimo superior a duzentos seis mil hectares, ou seja, avançou sobre propriedades produtivas consolidadas.
O presidente afirmou que produtores possuem matrículas registradas há trinta e cinco anos, por isso questionou anexação de áreas sem registros indígenas anteriores, enquanto isso contestou critérios utilizados.
Bortolin destacou que Mato Grosso enfrenta sucessivas restrições ambientais e produtivas, dessa forma lembrou moratória da soja, áreas úmidas e zoneamento, no entanto afirmou que municípios seguem resilientes.
Ele disse que novas demarcações ampliam incertezas e afastam investidores internacionais, por isso criticou decisões unilaterais federais, enquanto isso defendeu planejamento que considere realidades regionais.
O presidente da AMM afirmou que buscará ministro Gilmar Mendes para pedir suspensão do decreto, dessa forma pretende garantir estabilidade institucional enquanto discussão ocorre judicialmente.
Bortolin concluiu dizendo que Estado precisa de previsibilidade e segurança para avançar, por isso pediu diálogo amplo entre governo federal, municípios, indígenas e setor produtivo, visando soluções equilibradas.







