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Pivetta rejeita nova secretaria para agricultura e promete enxugar estrutura do Estado

O candidato ao governo de Mato Grosso Otaviano Pivetta (Republicanos) descartou a criação de uma Secretaria de Agricultura e Abastecimento caso seja eleito. A declaração foi feita nesta quinta-feira (3), durante uma sabatina com representantes do setor produtivo.

Ao responder a uma reivindicação apresentada por integrantes do agronegócio, Pivetta afirmou que não pretende ampliar a estrutura administrativa estadual. Segundo ele, a criação de uma nova secretaria representaria aumento de despesas e iria na direção contrária da proposta de reduzir o tamanho da máquina pública.

Na avaliação do candidato, as demandas do setor agropecuário podem ser atendidas dentro da atual Secretaria de Desenvolvimento, sem a necessidade de uma pasta exclusiva.

Durante a sabatina, Pivetta destacou o peso do agronegócio na economia de Mato Grosso e argumentou que os próprios representantes do setor podem ampliar a participação dentro da estrutura já existente.

O candidato afirmou ainda que pretende contar com o apoio do setor produtivo para reduzir gastos administrativos e direcionar uma parcela maior do orçamento para serviços oferecidos diretamente à população.

Pivetta foi enfático ao dizer que não pretende criar novas secretarias em uma eventual gestão. Para ele, a prioridade deve ser diminuir os custos do Estado e ampliar a disponibilidade de recursos para áreas consideradas essenciais.

Além de rejeitar a criação da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, o republicano sinalizou que poderá promover uma redução no número de pastas estaduais.

Atualmente, a administração estadual possui 16 secretarias, além de empresas e outras entidades públicas. Segundo Pivetta, existe a possibilidade de que essa estrutura seja enxugada caso ele assuma o governo.

A proposta apresentada pelo candidato durante o encontro reforça uma das linhas defendidas por ele para a administração pública: reduzir a estrutura governamental para tentar aumentar a eficiência dos gastos e concentrar recursos na prestação de serviços à população.