Dilmar critica decreto de Lula sobre terras indígenas e alerta municípios de MT
O deputado Dilmar Dal Bosco criticou a homologação de três terras indígenas anunciada por Lula durante a COP30. Ele afirma que faltou diálogo com municípios, produtores e lideranças, e que a ampliação causa insegurança jurídica e ameaça famílias instaladas há décadas.
O deputado Dilmar Dal Bosco criticou o decreto de Lula que homologou três terras indígenas, por isso afirmou que faltou diálogo com municípios, produtores regionais e lideranças diretamente afetadas.
Ele destacou que as ampliações alteram áreas produtivas consolidadas há décadas, além disso ressaltou que decisões administrativas repentinas criam insegurança jurídica e ameaçam famílias que investiram legitimamente.
Dilmar mencionou que a Terra Indígena Manoki saltou de quarenta e seis mil para duzentos e cinquenta mil hectares, ou seja, atingiu propriedades registradas com escrituras válidas.
O parlamentar afirmou que muitos produtores compraram terras com incentivo estatal, por isso rejeitou narrativa que tenta classificá-los como invasores, enquanto isso defendeu equilíbrio nas decisões.
Ele reforçou que Mato Grosso já mantém extensa área preservada e destinou grandes regiões aos povos originários, no entanto criticou ausência de debate público antes da homologação.
Dilmar afirmou que os decretos ignoram a Lei 14.701, dessa forma anunciou articulação com governo estadual, prefeitos e Frente Agropecuária para tentar reverter efeitos considerando constitucionalidade.
O deputado disse que indígenas e produtores não são adversários, além disso defendeu soluções negociadas, perícias conjuntas e políticas estruturadas para famílias eventualmente reassentadas de forma adequada.
Ele alertou para impactos econômicos, pois investidores precisam prever regras estáveis, por isso afirmou que mudanças repentinas desestimulam novos projetos e afetam diretamente municípios produtores.







