Enfermagem ameaça greve em Cuiabá caso Prefeitura anule insalubridade
Profissionais de enfermagem de Cuiabá ameaçam uma paralisação a partir de sexta-feira (10) se a Prefeitura reduzir o cálculo do adicional de insalubridade. O prefeito Abilio Brunini (PL) alega que a adequação é obrigatória por determinação do MPE, mas propõe compensar as perdas com o reajuste do Prêmio Saúde.
Profissionais da enfermagem da rede municipal de Cuiabá podem entrar em greve. O prazo para o prefeito Abilio Brunini acatar as reivindicações termina na sexta-feira (10).
A categoria foi surpreendida com a redução do adicional de insalubridade. A mudança é para cumprir um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPE, que exige que o cálculo seja feito apenas sobre o salário-base.
O presidente do Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Dejamil Soares, denunciou a dificuldade de diálogo com a Prefeitura. Segundo ele, o prefeito não dialoga e não conversa.
O sindicato cobra o pagamento do adicional e melhorias nas condições de trabalho no Pronto-Socorro Municipal. Se não houver abertura por parte do prefeito, a greve será deflagrada, com prejuízos à população.
A Prefeitura informou que o cumprimento do TAC é obrigatório. Para compensar as perdas, a gestão estuda reajustar os valores do Prêmio Saúde, garantindo a estabilidade financeira dos servidores.







