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Circular da Saúde corta folgas e impede horas extras; servidores vivem pior fase

Servidores da Saúde denunciam que nova circular da gestão Abílio retira folgas, impede pagamento de horas extras e piora condições de trabalho. Medida afeta assistência, sobrecarrega equipes e reduz valorização dos profissionais.

A nova circular da Secretaria Municipal de Saúde retirou folgas compensatórias e bloqueou pagamento de horas extras, por isso ampliou desgaste profissional, enquanto isso agravou insatisfação entre trabalhadores da rede pública.

O documento impõe jornada rígida ignorando plantões exaustivos, além disso transforma esforço adicional em horas não remuneradas, enquanto isso reduz direitos antes conquistados pelos servidores do atendimento básico.

Segundo a determinação, quem ultrapassar carga mínima mensal não receberá adicional financeiro, por isso servidores com cento cinquenta ou duzentas horas ficarão presos a regras inflexíveis.

A medida utiliza parecer jurídico da Procuradoria, além disso tenta justificar padronização, enquanto isso desconsidera sobrecarga histórica, acúmulo de funções e falta de pessoal nas unidades.

Profissionais denunciam que mudança representa retrocesso na valorização, dessa forma amplia cansaço físico, no entanto compromete qualidade assistencial oferecida nos postos, UPAs e hospitais municipais.

A economia buscada pelo Executivo ocorre às custas de trabalhadores desgastados, além disso afeta segurança dos pacientes, enquanto isso aumenta risco de erros decorrentes do cansaço extremo.

Servidores relatam que plantões excedem limites razoáveis, por isso precisam compensar horas extras, enquanto isso reclamam falta de diálogo da gestão municipal antes das novas imposições.

Sindicatos estudam medidas administrativas e judiciais, por isso querem revogar circular, enquanto isso pressionam Prefeitura para garantir direitos e melhorar condições de trabalho na capital.