Insalubridade: Michelly sugere corte gradual e cobra diálogo na Câmara
A vereadora Michelly Alencar (União Brasil) defende o corte gradual da insalubridade na Saúde, alegando ilegalidade no pagamento desde 2018. A medida visa cumprir um TAC do MPE e evitar perdas abruptas aos servidores.
A presidente da Comissão de Saúde da Câmara, Michelly Alencar, disse que o corte é inevitável. O pagamento do adicional no formato atual é ilegal.
O adicional de 40% era calculado sobre o salário bruto, não o salário-base. A irregularidade gera um prejuízo de R$ 48 milhões por ano ao município.
A vereadora defende o escalonamento da redução. A medida é para evitar perdas abruptas na renda dos trabalhadores e assegurar o pagamento em dia.
A mudança é uma exigência do MPE, homologada pela Justiça. Além disso, o prefeito Abílio Brunini estuda compensar as perdas com o Prêmio Saúde.
Uma reunião entre o prefeito e os vereadores está marcada. O objetivo é buscar um consenso para amenizar as perdas salariais aos trabalhadores.







