Deputado percorre mais de 900 km pelo Rio Cuiabá para ouvir ribeirinhos e discutir preservação das águas
Uma expedição fluvial pelo Rio Cuiabá percorreu mais de 900 quilômetros ao longo da bacia hidrográfica com o objetivo de ouvir comunidades ribeirinhas, autoridades e especialistas sobre os desafios da preservação ambiental na Baixada Cuiabana.
A iniciativa foi liderada pelo deputado estadual Wilson Santos, que destacou a importância de ouvir quem vive diretamente às margens dos rios para compreender os impactos ambientais e buscar soluções para a proteção dos recursos hídricos da região.
Durante a jornada foram realizadas 10 reuniões, reunindo moradores, pesquisadores, representantes de órgãos ambientais e autoridades municipais para debater o futuro das águas que formam a bacia do Rio Cuiabá.
Segundo o parlamentar, a expedição permitiu levantar informações importantes sobre a realidade das comunidades ribeirinhas e os desafios relacionados à preservação dos rios.
“O objetivo foi ouvir quem vive na região, entender os problemas e reunir informações que possam orientar ações de preservação e políticas públicas voltadas à proteção das águas da Baixada Cuiabana”, destacou.
Apoio de instituições
A expedição contou com apoio de diversas instituições, entre elas:
Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA) Marinha do Brasil Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Cuiabá Prefeituras e lideranças municipais da região
Além das autoridades, a expedição reuniu prefeitos, vereadores, pesquisadores e estudiosos, que contribuíram com análises técnicas e relatos sobre a situação ambiental dos rios da região.
Relatório será apresentado
Com o encerramento da 3ª Expedição Fluvial pelo Rio Cuiabá, o grupo agora trabalha na elaboração de um relatório técnico, que deverá reunir diagnósticos e propostas para fortalecer a preservação dos recursos hídricos da região.
O documento reunirá não apenas os dados observados durante o percurso, mas também as contribuições das comunidades ribeirinhas e das instituições que participaram das discussões.
A expectativa é que o material sirva como base para debates sobre políticas públicas e ações de preservação ambiental na Baixada Cuiabana.







