Aliados cobram postura e STF ameaça prender Bolsonaro após crise política
Moraes dá 24h para defesa explicar descumprimento de cautelares; aliados em Mato Grosso pressionam bancada e Flávio é criticado por ausência
O cenário político esquentou após novas decisões do Supremo Tribunal Federal envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ministro Alexandre de Moraes deu 24 horas para que a defesa de Bolsonaro esclareça suposto descumprimento de medidas cautelares. A omissão pode resultar em prisão.
A Procuradoria-Geral da República foi notificada, e Moraes proibiu transmissões de entrevistas concedidas por Bolsonaro nas redes sociais e veículos online.
A movimentação gerou reação de aliados em Mato Grosso. O prefeito Abilio Brunini criticou o silêncio de senadores como Jayme Campos e Margareth Buzetti.
Já o senador Wellington Fagundes defendeu Eduardo Bolsonaro e afirmou que quer vê-lo senador por Mato Grosso em 2026, reforçando os planos do PL.
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro foi duramente criticado por apoiadores por estar no exterior durante a crise. Ele alegou viagem familiar programada.
Nos bastidores, cresce a pressão para que a bancada federal bolsonarista se posicione diante da ofensiva do STF contra Bolsonaro e seus filhos.
A oposição articula reação. Senadores de partidos como PL, PP, Republicanos e União decidiram colocar o impeachment de Alexandre de Moraes como prioridade no segundo semestre.
A Polícia Federal concluiu que o pen drive encontrado na casa de Bolsonaro não tem relevância para a investigação, que também envolve Eduardo Bolsonaro nos EUA.
Ainda neste contexto, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, foi alvo de boatos sobre uso de avião oficial. Ele viajou a Cuiabá em jato particular para evento familiar.







