Operação retira 500 quilos de cabos irregulares da Avenida Dom Bosco em Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá realizou neste domingo (12) a sexta edição da Operação Telefone Sem Fio. Desta vez, os trabalhos foram concentrados na Avenida Dom Bosco, onde aproximadamente 500 quilos de cabos clandestinos, irregulares ou sem utilização foram removidos dos postes.
A ação reúne equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), da Segurança Pública Municipal, do Procon Municipal e da Energisa Mato Grosso, empresa responsável pela administração dos postes no estado.
Além de organizar a infraestrutura instalada na via pública, a iniciativa busca reduzir os riscos causados por fios abandonados, que podem comprometer a segurança de pedestres, motoristas e moradores da região.
Durante a operação, a Energisa também realizou serviços preventivos e melhorias na rede elétrica. Segundo o supervisor da concessionária, Leonardo Lira, o trabalho contribui para aumentar a segurança, garantir a continuidade dos serviços e melhorar a qualidade do fornecimento de energia à população.
A diretora de Atividades Ambientais e Urbanísticas da Sorp, Kelly Barros, afirmou que a retirada dos cabos também ajuda a diminuir a poluição visual e a deixar os postes e as vias públicas mais organizados.
O Procon Municipal acompanhou os trabalhos para atender consumidores que eventualmente tenham serviços de telefonia interrompidos em razão da retirada de instalações irregulares. O atendimento pode ser solicitado pelo WhatsApp (65) 3324-9680.
Antes de chegar à Avenida Dom Bosco, a Operação Telefone Sem Fio já havia sido realizada nas avenidas Comandante Costa, das Palmeiras, Isaac Póvoas, dos Trabalhadores e Carmindo de Campos. Nas cinco primeiras etapas, mais de 12 toneladas de cabos e materiais irregulares foram retiradas dos postes da capital.
A iniciativa foi fortalecida pela aprovação da Lei Complementar nº 599/2026 na Câmara Municipal de Cuiabá. A norma tornou mais rigorosas as regras para o uso dos postes pelas empresas concessionárias e teve origem nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito dos Cabos e Fios Abandonados.








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