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Barranco afirma que recursos federais chegam a MT e critica discurso contrário

Deputado destaca investimentos em saúde, educação, infraestrutura e confirma articulações políticas para 2026

O deputado estadual Valdir Barranco afirmou que Mato Grosso tem recebido volumes expressivos de recursos do Governo Federal, contrariando discursos de lideranças que alegam ausência de investimentos no Estado.

Segundo Barranco, há ações em andamento em diversas áreas, como a implantação do curso de Medicina da Universidade Federal em Barra do Garças, que já se encontra em estágio avançado de execução.

O parlamentar também destacou a entrega de equipamentos para manutenção de estradas e melhoria de vias urbanas, beneficiando 142 municípios mato-grossenses, por meio de convênios com o Governo Federal.

Barranco anunciou ainda que, em fevereiro, o ministro Alexandre Padilha deve vir a Mato Grosso para entregar equipamentos da área da saúde, incluindo ambulâncias, unidades odontológicas, móveis hospitalares e veículos do Samu.

Além disso, o deputado informou que, em março, serão entregues patrulhas agrícolas destinadas à agricultura familiar, fortalecendo a produção rural e a economia local.

Ao rebater críticas sobre a suposta falta de recursos federais, Barranco afirmou que há valores expressivos disponíveis, inclusive na Secretaria de Estado de Saúde, que não estariam sendo totalmente executados.

Segundo ele, aproximadamente R$ 500 milhões permanecem parados em contas da SES, situação que, conforme relatou, já foi questionada pelo Ministério Público Federal.

No campo político, Barranco comentou a visita do presidente nacional do PT, Edinho Silva, e a consolidação da pré-candidatura de Natasha Slhessarenko ao Governo do Estado.

Para o deputado, Natasha reúne condições de crescer politicamente, destacando seu perfil técnico, experiência profissional e potencial para representar uma alternativa progressista em Mato Grosso.

Barranco também comentou a filiação do ex-governador Pedro Taques ao PSB e afirmou que a movimentação faz parte da construção nacional de alianças do campo progressista.

Segundo ele, a direção nacional busca evitar uma chapa incompleta ao Senado, garantindo dois nomes competitivos para impedir o avanço da extrema direita no Estado.